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Estimulação Visual-post

A visão é um dos principais sentidos responsáveis pelo desenvolvimento psicomotor das crianças, pois gera o interesse dos pequenos pelo mundo ao seu redor. A ausência de estímulo visual pode gerar problemas com altas repercussões, podendo comprometer o desenvolvimento neuropsicomotor da criança.

A percepção visual é a capacidade de interpretar a imagem que se recebe através do sistema visual, sendo que a visão central de desenvolve do nascimento até cerca de 8 anos, podendo se aprimorar ou se deteriorar de acordo com a qualidade da informação visual.

A habilidade visual pode ser desenvolvida com um programa sequencial de exigências visuais, e a isto chamamos Estimulação Visual. Se faz necessário é fundamental que o bebê/criança receba informações clara e precisas!
A criança que possui baixa visão não se interessa automaticamente pelo o que está em sua volta, por isso, é necessário estímulos que irão desenvolver suas funções visuais.
Outro exemplo claro que pode atrapalhar a maturação da visão do neonato é o estrabismo.

“O desalinhamento dos eixos visuais faz com que cada um dos olhos forneça uma imagem diferente ao cérebro. Não podendo fundir as imagens conflitantes, ele acaba escolhendo uma delas e desprezando a outra”. Faria, S. 1997

Com isso ocorre uma diminuição da visão do olho desprezado e consequentemente atrasos no desenvolvimento de figura fundo, coordenação olho mão e futuramente a escrita. O uso da sala escura com foco de luz é um recurso importante para a estimulação visual. Com a lanterna é possível fazer foco de luz no brinquedo que deseja que a criança pegue! Estimulando foco, atenção e seguimento visual.

As questões neurológicas não relacionadas à lesões dos pares cranianos ou lesões cerebrais em áreas responsáveis pela visão, como hipotonia e hipertonia, também podem causar desvios oculares e diminuição da visão. Portanto, a visão é uma função aprendida, e sua qualidade pode ser melhorada com treinamento durante um período de tempo adequado.

É extremamente importante que tanto os pais quanto os professores colaborem com o
tratamento. A Estimulação Visual é um trabalho de Equipe e requer paciência, compreensão
e comunicação.

Conheça a Espaço Habilitar!

(21) 2523-0382 / (21) 98350-1761
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Rua Raul Pompéia, 12 – 4º andar – Copacabana

Causas do Atraso na Fala

O aparecimento tardio ou lento da fala pode ocorrer por uma série de fatores: problemas auditivos, falta de estímulos adequados, prematuridade.

O atraso da fala pode ser o primeiro sinal de transtornos mais globais no desenvolvimento como a Deficiência Intelectual e até mesmo o Autismo.
Pode ser ainda, a manifestação de alguma alteração genética ou mesmo uma sequela de alguma intercorrência neurológica.

Algumas crianças podem apresentar alterações no desenvolvimento da fala e da linguagem que não podem ser explicados pelos motivos acima descritos. São crianças, em geral, inteligentes, com resultados de exames normais, mas que não conseguem desenvolver a linguagem oral conforme o esperado.

Nestes casos, podemos ter um Distúrbio Específico de Linguagem (DEL). Esta alteração é mais comum do que se imagina.
Um outro tipo de alteração é a Apraxia de fala.

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GMFM e GMFCS

Como entendemos a evolução de nossos pacientes e podemos planejar melhores sessões?

Entenda como:
GMFM, ou Mensuração da Função Motora Grossa, é uma escala avaliativa. Já o GMFCS, ou Classificação da Função Motora Grossa é a escala de classificação que determina em qual nível funcional se encontram as crianças com paralisia cerebral.

  • GMFM: é um instrumento de avaliação quantitativa, desenvolvido para avaliar as alterações na função motora grossa de crianças com Paralisia Cerebral e Síndrome de Down. Além de medir algumas mudanças longitudinais, a GMFM auxilia também na definição de objetivos terapêuticos e proporciona informações sobre os progressos das crianças em reabilitação.
  • GMFCS: é uma escala que avalia o movimento iniciado pelo paciente e sua necessidade de tecnologia assistiva. Dessa forma, o GMFCS avalia a qualidade do desempenho da criança. Essa escala é dividida em cinco níveis funcionais que irão se diferenciar de acordo com: limitações, necessidades de adaptações e meios auxiliares para movimentação. Além disso, irá auxiliar não só os terapeutas mas também os familiares no acompanhamento e prognóstico das crianças que possuem paralisia cerebral.

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theratog

Theratogs

Theratogs é uma órtese dinâmica e versátil que promove alongamento muscular prolongado e alinhamento biomecânico.

O Theratogs irá possibilitar que o paciente tenha a possibilidade de repetir várias vezes durante o dia o movimento de uma forma alinhada, como se estivesse na terapia.
Por isso, ele é chamado de “terapia para vestir” ou “ roupa de treinamento”.

A veste possibilita que as crianças brinquem com mais alinhamento biomecânico, consequentemente gastando menos energia e minimizando as dores causadas pela falta de balanço do sistema músculo-esquelético e minimizando também a necessidade de futuras cirurgias.

O Theratogs foi desenvolvido pela fisioterapeuta americana Beverly Cusick, (http://www.gaitways.com/) que queria estender os efeitos da terapia e promover mudanças clínicas nas crianças com distúrbio neuromotor, visando principalmente:

▪ Remodelamento ósseo e articular.

▪ Consciência corporal e estabilidade postural.

▪ Alinhamento articular funcional.

▪ Vivência sensório-motora para um aprendizado motor mais funcional.

Estudos comprovam uma melhora efetiva no equilíbrio, na marcha e no alinhamento osteoarticular com o uso sistemático da veste.

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