Atividades de coordenação motora fina

 

As habilidades motoras são essenciais para as crianças explorarem o mundo e a si mesmos. As habilidades de alcance, preensão e manipulação de objetos aparecem nos primeiros anos de vida, tendo sua maturação a partir dos dois anos de idade, permitindo que a criança realize ações mais maduras e funcionais.

As habilidades motoras finas permitem que as crianças explorem, brinquem e manipulem objetos e ferramentas necessárias para a execução de suas atividades cotidianas. São identificadas como aquelas que requerem muita precisão e envolvem principalmente os membros superiores, em específico as mãos. Podemos destacar como exemplos: ações de escrever, digitar, desenhar, manipular objetos pequenos e delicados. A aquisição de grande parte destas habilidades ocorre em casa, através da interação com a família, sendo aprimoradas quando a criança é inserida no ambiente escolar.

O uso efetivo da motricidade fina permite que a criança realize suas atividades diárias de auto-cuidado (alimentação, banho, vestuário, higiene) com independência e participe de atividades relacionadas ao contexto escolar, como por exemplo o uso do lápis e da tesoura. Sendo assim, dificuldades na motricidade fina afetam o desempenho escolar, influenciando negativamente a autoestima e o senso de compentência da criança.

Para estimular o desenvolvimento da motricidade fina é importante que a criança experimente uma grande variedade de atividades de coordenação motora que incluam tanto tarefas rotineiras como pintura, modelagem, recorte, quanto tarefas que exijam maior precisão.

 

Dicas de atividades

 

  • Cada botão no seu potinho: peça para a criança colocar cada botão no seu respectivo potinho.

 

  • Lego e massinha de modelar: é possível trabalhar habilidades de força e coordenação.

 

  • Colocando elástico na latinha: atividade bem simples de fazer, e que trabalha resistência, força e coodenação.

 

  • Atividades gráficas:  faça padrões ou desenhos tracejados e peça para a criança passar por cima com lápis. Pode ser feito também para a criança recortar seguindo as linhas.

 

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Vamos descobrir o tamanho das palavras?


A consciência fonológica pode ser entendida como um conjunto de
habilidades que possibilitam pensar sobre as características da língua desde
a simples percepção do tamanho da palavra e de semelhanças fonológicas
entre as palavras até a segmentação e manipulação de sílabas e fonemas. A
consciência fonológica é um pré-requisito para a aquisição de leitura e
escrita e existem diversas brincadeiras que estimulam essas habilidades nas
crianças.


Para conseguir mensurar o tamanho de uma palavra primeiro é preciso
segmentá-la, ou como conhecemos melhor “separar as sílabas”.
Para crianças na fase de pré-alfabetização é importante diferenciar palavras
grandes de pequenas. Pois a palavra “urso” é interpretada pela criança
como maior que a palavra “passarinho”. Já que o animal urso é em
tamanho maior que o animal passarinho.
Para sair do abstrato lúdico e iniciar a relação com o grafema, é proposto
que separe as palavras de forma auditiva e corporal. Contando quantos
pedaços (sílabas) tem a palavra urso e quantos pedaços tem a palavra
passarinho. Assim podemos dar pulos referentes ao número de sílabas de
cada palavra, ou bater palmas, ou jogar a bola de uma pessoa para a outra.
Exemplo: Urso 2 pulos : Ur – So
Passarinho 4 pulos: pas – sa- ri- nho
Qual a palavra maior?
E assim seguir com outras categorias além dos animais, como coisas da
casa, cores, coisas que tem na escola entre outros.

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Integração Sensorial-Post

O que vem por trás de uma criança “inquieta”.
Sabe aquela frase: “Meu filho não para?”

Ele se movimenta constantemente, gosta de correr, pular, escalar, não tem noção de perigo, não gosta de ficar sentado por muito tempo, tropeça e cai com frequência, vive machucado, parece não me escutar, se suja e não percebe. Ele pode ter uma disfunção de modulação sensorial. A criança hiporresponsiva geralmente costuma não ficar sentada por muito tempo em um mesmo local, se mexe o tempo todo procurando sempre movimento, derruba com frequência objetos, tem dificuldade em prestar atenção e em se concentrar. Nestes casos o melhor a ser feito é dar oportunidades à criança para que a mesma tenha experiências de movimento, como colocar em um esporte e procurar uma avaliação de um terapeuta ocupacional para avaliar as questões de integração sensorial e iniciar a terapia de integração sensorial. O processamento sensorial é definido como a habilidade do sistema nervoso central de absorver, processar e organizar respostas adequadas às informações trazidas pelos sentidos. Quando o terapeuta ocupacional utiliza a teoria de integração sensorial em sua intervenção, espera-se que ocorra um aumento do processamento e da organização sensorial pelo Sistema Nervoso, possibilitando uma melhora do desempenho ocupacional. Esta pode ser manifestada por habilidades na coordenação motora, aprendizado escolar, linguagem, atividades de vida diárias, habilidades sociais e pessoais.


Por,
Sofia Leucht
CREFITO 2/ 017552 – TO

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