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Meu filho é muito desastrado!

 

Seu filho gosta de brincar com lego, brinquedos pequenos, porém sente dificuldades em executar as ações que requerem para estas atividades? Quebra com frequência seus brinquedos ao tentar montar ou até mesmo brincar? Não consegue mensurar a força e velocidade nas suas ações e movimentos, usando pouca ou muita força para realizar uma atividade?

A criança que tem planejamento motor pobre, que não organiza e nem consegue sequenciar as atividades de vida diária que deseja realizar, por exemplo: dar laço no tênis, usar garfo e faca, se vestir ou despir-se, pode ter uma disfunção na discriminação sensorial.  A criança com disfunção de discriminação sensorial tem tendência a não gostar de praticar esportes. Na escola tem dificuldades em organizar seu material, não escreve de forma legível e necessitam de ajuda nas atividades que exigem maior habilidade de coordenação motora fina. Em casa, o quarto vive desorganizado, e demora muito para realizar as atividades de vida diária, que por vezes é realizada por um adulto por falta de tempo.

Para uma criança com disfunção de discriminação sensorial, o ideal é procurar esportes menos competitivos; organizar e desenvolver atividades de leitura e desenho; elaborar rotina semanal e evitar críticas. Para compreender melhor o que é disfunção de discriminação sensorial e como se deve lidar procure um Terapeuta Ocupacional.


Conheça a Espaço Habilitar!

(21) 2523-0382 / (21) 98350-1761
contato@espacohabilitar.com.br
Rua Raul Pompéia, 12 – 4º andar – Copacabana

A importância da fisioterapia em crianças com traqueostomia

 

A traqueostomia é um procedimento cirúrgico onde se garante uma via aérea na altura do pescoço diretamente na traqueia fazendo com que a resistência a entrada do ar esteja diminuída e facilitando assim a chegada de ar nos pulmões. É necessária em alguns casos como na obstrução da via aérea no geral, uso de ventilação mecânica prolongada, necessidade de facilitação na higiene pulmonar, má formações ou questões relacionadas a doença de base, entre outros.

São necessários alguns cuidados com as crianças com traqueostomia, como a aspiração de secreção, troca da cânula a cada 3 meses pelo médico, posicionamento da cânula no pescoço com um fixador parecido com um colar para que não escape do pescoço, além da verificação constante da integridade da cânula e da região do pescoço envolta.

As crianças que fazem uso da traqueostomia passam por sessões de fisioterapia respiratória diariamente para auxiliar a remoção da secreção, acompanhar o seu aspecto e melhorar a função pulmonar.

A fisioterapia motora atua de forma a auxiliar no fortalecimento muscular (também nos músculos respiratórios), atua no desenvolvimento motor, gerando assim reflexos na parte pulmonar e auxiliando também na melhora da função respiratória, além dos ganhos motores.

A fisioterapia motora pode acontecer normalmente desde que se tome os cuidados necessários para a execução das atividades, como posição confortável para a criança, respiração tranquila e traqueostomia livre para a entrada e saída de ar. O mais importante é ter bom senso e sempre respeitar os limites e as necessidades da criança.


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Lavagem de nariz com soro fisiológico

Estamos chegando na época do ano onde os casos de gripes e resfriados aumentam e chegam
acompanhadas daquele acumulo de secreção e coriza.

Existem muitas teorias em relação a lavagem do nariz, mas o que se sabe é que ela ajuda na
eliminação dos vírus e das impurezas que ficam acumulando durante o dia. É capaz evitar
complicações maiores que acontecem devido ao acumulo de secreção, como otites e
pneumonias.
Podemos utilizar 3,5 e 10 ml em cada narina por vez, não sendo o volume a questão mais
importante pois esse processo pode ser repedido por diversas vezes. A pressão exercida ne
seringa deve ser leve e continua evitando aquele jato forte e desagradável. O ideal é que a
criança seja posicionada sentada para minimizar o desconforto.
O soro fisiológico deve ser conservado na geladeira e tem validade média de 15 dias após a
abertura. Não existe nenhum problema na utilização no soro ainda gelada, porém pode ser
desconfortável, então pode-se reservar a quantidade para aquela lavagem em um potinho ou
já na seringa fora da geladeira até se adequar a temperatura ambiente. Existe a venda de
ampolas de soro individuas de 5 e 10 ml nas farmácias facilitando esse procedimento.
Não existe nenhuma relação comprovada entre a lavagem nasal com soro fisiológico e a
presença de otites. Sendo a otite uma complicação comum dos resfriados podendo então não
ter relação com soro.
Se mesmo com a limpeza e os cuidados médicos persistirem o acumulo de secreção procure
um fisioterapeuta respiratório que é profissional capacitado para utilizar técnicas que
favorecem a mobilização e expectoração dessa secreção, melhorando assim a função
respiratória e evitando possíveis complicações.

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