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Introdução Alimentar

Conheça a importância e confira algumas dicas que podem auxiliar no processo de introdução alimentar.

A sucção no seio materno é fundamental para o desenvolvimento e bom funcionamento do sistema estomatognático, preparando ossos e músculos para a mastigação e fala. Após seis meses de aleitamento materno exclusivo, inicia-se a introdução alimentar, um período de grande aprendizagem para o bebê e também, bastante desafiador para quem está envolvido. A maneira como conduzimos a mudança do aleitamento materno exclusivo para a apresentação de alimentos com diferentes consistências, pode provocar boas atitudes ou não em relação ao hábito e ao comportamento alimentar do bebê.

Tenha em mente que nos primeiros meses da introdução alimentar, o bebê precisa explorar a diversidade dos alimentos e não necessariamente focar no ato de comer. Na verdade, no início desse processo o bebê começa aprendendo a manipular os alimentos até que, usa a boca para descobrir o sabor e a textura da comida.

Por isso, algumas dicas podem auxiliar no sucesso durante a introdução alimentar.

– O bebê irá reduzindo as mamadas no seio materno gradualmente, por isso, continue oferecendo o seio, para que os sólidos o complementem, no lugar de substituí-lo. Além disso, não esqueça de oferecer água durante a comida;

– O seu bebê está participando ativamente no momento da refeição?  “Dar” comida é diferente de “oferecer”;

– Comer com o bebê e permiti-lo juntar-se à mesa familiar, é fundamental!

– O seu bebê está sentado e bem posturado enquanto experimenta a comida?

– A hora da alimentação deve ser uma experiência tranquila, agradável, divertida e sem estresse com sujeira, pois o bebê está aprendendo;

– Inicialmente, ofereça pedaços de comida fáceis de pegar (palitos grossos);

– Ofereça variedade de sabores e texturas ao longo da semana;

– Não ofereça sólidos quando ele está com fome, ele PRECISA mamar

– Não coloque comida em sua boca, deixe que o bebê tenha a iniciativa;

A introdução alimentar não é fácil, pois ela não é pontual e sim, um processo! Para dúvidas, orientação ou avaliação, procure um fonoaudiólogo!

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TheraTogs e o alinhamento postural

Conheça o TheraTogs, suas funções e importância para o alinhamento postural

O TheraTogs é uma roupa velcro-sensível que age como uma segunda pele e permite a colocação de faixas com fitas de silicone especialmente desenhadas para permitir o alinhamento postural do paciente. Além disso, permite a maior descarga de peso nos calcanhares, levando a melhora da marcha.

O TheraTogs vem em diversos tamanhos e a  colocação das faixas é individual e de acordo com as necessidades de cada criança. É indicado para pacientes com ataxia, hipotonia, atetose e espasticidade; fraqueza muscular e déficit de equilíbrio; alterações da marcha; desvios articulares; instabilidade articular; problemas de recrutamento muscular; déficits de integração sensorial; alterações comportamentais; assimetria postural e déficit de equilíbrio muscular.

Ao contrário de outros sistemas utilizados em diversos modelos de órteses rígidas, compostas de plásticos e metais, o sistema TheraThogs é dinâmico, sendo

fabricado por um material leve, flexível, e respirável, o qual  é utilizado sob a roupa normal.

Após o alinhamento postural, o paciente pode realizar atividades terapêuticas com melhor desempenho e resultados, entre eles destacam-se:

  • Remodelamento ósseo e articular em bebês e crianças;
  • Consciência corporal e estabilidade postural;
  • Alinhamento articular funcional;
  • Vivência sensório motora para um correto aprendizado motor em atividades diárias domiciliares e escolares;

Cabe ressaltar que o TheraTogs pode ser utilizado durante as sessões de terapias, assim como no ambiente escolar, domiciliar e nas demais atividades de vida diárias, permitindo ao usuário mais de 16 horas diárias de uso.

Estudos têm demonstrado efetiva melhora no equi  líbrio, padrão de marcha e alinhamento osteoarticular, permitindo ao usuário ganhos significativos relacionados às suas atividades de vida diárias.

Fonte: Ceneffi

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Fisioterapia Aquática

Atividade de memória visual

A memória visual é parte de uma grande área conhecida como habilidades perceptivas visuais. Concentra-se na capacidade de recordar a informação visual que foi vista, sendo um fator crítico para a leitura e a escrita.

Quando uma criança está escrevendo uma palavra, ela deve recordar como as partes da letra se formam. Pode ser muito frustrante para uma criança com déficit de memória visual executar uma tarefa de escrita, ortografia ou cópia de texto. Crianças com dificuldade em memória visual tem dificuldades para copiar letras, palavras e frases de um quadro ou livro.

Elas podem apresentar uma escrita muito lenta, dificuldades para formar e misturar letras ou palavras dentro de frases. Recordar as palavras que são vistas nos exercícios de leitura pode ser difícil, assim como acompanhar uma atividade de leitura, devido à dificuldade em compreender e lembrar o que foi lido. Crianças com déficits de memória visual podem demonstrar dificuldades com a formação de letras e números, e podem parecer “preguiçosas” ao apresentar um trabalho escrito.

No tratamento da Terapia Ocupacional em neuropediatria, podemos realizar diversas atividades com objetivo de aprimorar a memória visual.

Dica de atividade usando palitos de sorvete coloridos

Faça um exemplo de forma e peça para a criança copiar. Você pode graduar o nível de dificuldade da atividade deixando mais difícil, removendo o exemplo e fazendo a criança construir a forma usando apenas a memória. Pode-se oferecer assistência por meio de dicas visuais ou verbais para auxiliar na construção de formas simples.

Outra opção para dificultar um pouco mais a atividade é misturar as cores e construir as formas utilizando todas as cores. Em seguida, introduza as formas com cores padronizadas ou aleatórias. Uma vez que a criança demonstre sucesso com a cópia da forma, incentive a construção de letras e números usando os palitos.

 

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Atividades de atenção para as crianças

Manter a atenção é um grande desafio para as crianças. As distrações podem ocorrer
em casa, na comunidade, na sala de aula e por toda parte que uma criança vai! Quando a
atenção interfere na aprendizagem, no desempenho de tarefas funcionais ou cria situações
inseguras, pode se tornar um problema real.

Quando se trata de aumentar a atenção nas crianças, temos que saber que existem
alguns aspectos envolvidos: a atenção está relacionada com o funcionamento executivo, com o
processamento sensorial e com a auto-reflexão.
Há muita informação por aí sobre como lidar com os déficits de atenção das crianças. Os
pais podem ficar facilmente sobrecarregados pela quantidade de táticas e abordagens de
tratamento para melhorar a atenção.

Devemos nos lembrar que a ocupação primária de uma criança é o brincar, sendo assim,
por que não desenvolver as habilidades que elas precisam, como a atenção, através da
participação ativa em uma atividade baseada em seus interesses?

Existem no mercado diversos jogos e brinquedos que nos dão idéias e nos ajudam a
trabalhar com as crianças. Essas atividades, muitas vezes divertidas prazerosas, ajudam a
desenvolver a atenção ao mesmo tempo!
Uma coisa que se destaca quando pensamos em jogos e brinquedos que desenvolvem a
atenção é o aspecto sensorial. O uso de suportes sensoriais que reduzem a sobrecarga das
informações pode ser útil para auxiliar as crianças com dificuldades em manter a atenção.
Como exemplos de táticas e atividades para aprimorar a atenção podemos citar:

  1. Jogos de memória, que podem ser adaptados para atender aos interesses
    de cada criança, podendo ser modificados com base na capacidade ou idade;
  2. Atividades e brincadeiras que envolvem a coordenação motora grossa ao
    ar livre ou no parquinho;
  3.  Jogos de quebra-cabeças, de acordo com a idade da criança;
  4. Promover um rápido período de descanso entre as atividades realizadas
    em sala de aula;
  5. Ensinar às crianças sobre as habilidades de auto-regulação e resolução de
    problemas.

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Análise de marcha

Sendo o principal meio humano de locomoção, o ato de caminhar é uma habilidade motora que está fortemente relacionada à independência de um indivíduo, havendo uma relação positiva entre a capacidade de andar e sua qualidade de. Infelizmente diferentes ocorrências, podem afetar o estado da qualidade da deambulação. Algumas afecções neurológicas causam a instalação de padrões atípicos de marcha, os quais, dependendo da extensão dos desvios em relação aos padrões normais, podem ser classificadas como patológicos.

Frequentemente sujeitos acometidos por desordens motoras apresentam comprometimento no padrão da marcha e por isso os processos de intervenção terapêutica aos quais são submetidos usualmente contêm estratégias voltadas à habilitação, ou mesmo reabilitação, da marcha.

A análise instrumentada da marcha utiliza tecnologia especializada para capturar, por meio de vídeo, imagens desta habilidade motora.  Permite coletar dados importantes acerca dos movimentos corporais. Este exame tem mostrado eficiência tanto para o estabelecimento de diagnósticos individuais mais precisos quanto para a avaliação do impacto das terapêuticas utilizadas.  

A análise biomecânica, possibilita ao fisioterapeuta envolvido no processo de habilitação/reabilitação, ter conhecimentos das alterações na marcha dos pacientes. Portanto, a precisa interpretação destas alterações é fundamental no processo de tomada de decisão no que diz respeito ao planejamento das intervenções terapêuticas adotadas.

 

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Coordenação Visomotora

A coordenação visomotora está presente sempre que um movimento dos membros superiores ou inferiores ou de todo o corpo responde a um estímulo visual de forma adequada. A habilidade visomotora é composta pela capacidade de observar, reconhecer e usar as informações visuais sobre formas, figuras e objetos, e permite que as crianças processem as informações em torno delas.

As habilidades visomotoras são constituídas por muitas áreas relacionadas à visão e à capacidade de perceber a visão em relação ao movimento das mãos e do corpo em tarefas funcionais. Sendo assim, estas habilidades incluem a coordenação da informação visual que é percebida e processada junto com as habilidades motoras, incluindo o motor fino, motor grosso e motor sensorial.

Ao traçar uma linha, por exemplo, a criança, ao mesmo tempo que segue com os olhos a ação de riscar, deve ter em mira o alvo a ser atingido. Quando ela tem dificuldades de coordenação visomotora ela não consegue, por exemplo, traçar linhas com trajetórias predeterminadas, uma vez que a mão não obedece ao trajeto previamente estabelecido.

Problemas na coordenação visomotra contribui de maneira negativa para o processo de aprendizagem, já que para aprender e fixar a grafia é indispensável que a criança tenha a coordenação olho-mão plenamente desenvolvida.

Exemplos de atividades para estimular a coordenação visomotora

  • Atividade gráficas de unir tracejados, ligar os pontos.
  • Em um pote ou bacia grande, dispor pérolas coloridas e pedir para a criança passar as pérolas para um pote de gelo, utilizando uma colher. Pode-se utilizar também grãos de arroz/feijão.
  • Colocar a criança sentada no chão com as pernas separadas e rolar uma bola em direção a ela. A criança deve tentar parar a bola antes que ela bata em sua barriga.
  • Atividade de jogar e acertar a bola no cesto/alvo.
  • Passar grãos de um pote para outro.
  • Em uma folha de papel, faça desenho de linhas e peça para a criança colar um pedaço de lã/barbante por cima da linha.
  • Dispor pedaços de canudo em um prato e pedir para a criança passar uma linha por dentro.

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Integração Sensorial

A Integração Sensorial é uma técnica de tratamento que foi preconizada pela terapeuta ocupacional americana Jean Ayres. Inicialmente foi dirigida a crianças que apresentavam distúrbio de aprendizagem e atualmente a sua utilização se ampliou também as pessoas com disfunções neurológicas, que se beneficiam com a sua aplicação em hospitais, instituições, clínicas e escolas. Esse é um processo pelo qual o cérebro organiza as informações, de modo a dar uma resposta adaptativa adequada, para organizar as sensações do próprio corpo em relação ao ambiente. As nossas capacidades de processamento sensorial são usadas para a interação social, o desenvolvimento de habilidades motoras e para a atenção e concentração.

“Ayres define a integração sensorial como sendo a organização de informações sensoriais, proveniente de diferentes canais sensoriais e a habilidade de relacionar estímulos de um canal a outro, de forma a emitir uma resposta adaptativa.”

A Teoria de Integração Sensorial também pode ser encontrada com outra terminologia: processamento sensorial. O processamento sensorial é definido como a habilidade do sistema nervoso central de absorver, processar e organizar respostas adequadas às informações trazidas pelos sentidos. 

Quando o terapeuta ocupacional utiliza a teoria de integração sensorial em sua intervenção, espera-se que ocorra um aumento do processamento e da organização sensorial pelo Sistema Nervoso, possibilitando uma melhora do desempenho ocupacional. Esta pode ser manifestada por habilidades motoras, aprendizado acadêmico, linguagem, atividades diárias e habilidades sociais e pessoais.

Portanto, a terapia de integração sensorial busca integrar todos os sistemas sensoriais (visual, auditivo, gustativos, olfativo, tátil, vestibular e proprioceptivo) gerando respostas adaptativas como movimento, coordenação, linguagem, estabilidade emocional, concentração, organização, atividade proposital, capacidade para pensamento abstrato e raciocínio e aprendizagem acadêmica.

As crianças diagnosticadas com transtornos de modulação sensorial podem apresentar dificuldade em regular grau, intensidade e natureza das respostas aos estímulos sensoriais e podem ser classificados em:

 

  • Hiporesponsividade sensorial: caracterizado por reações diminuídas aos estímulos do ambiente como por exemplo for, movimentos e cheiros;
  • Hiperresponsividade sensorial: caracterizado por apresentar respostas exacerbadas aos estímulos ofertados apresentando respostas aversivas ou intolerância aos mesmos.
  • Busca sensorial: é aquela criança que está sempre à procura de estímulos intensos, parece não ter medo de nada e esta sempre se aventurando.

 

Também há os transtornos motores com base sensorial. As crianças que apresentam este transtorno apresentam dificuldades em integras as informações do próprio corpo e movimentar-se de maneira eficaz no ambiente, podendo apresentar:

 

  • distúrbio postural;
  • dispraxia.

 

A quem se destina este tipo de tratamento?

Esta técnica de tratamento é utilizada com crianças que apresentam disfunções sensoriais que interfiram no desempenho das atividades da vida diária, escolar, no convívio social e em questões emocionais desencadeadas por alterações sensoriais.

 

É indicada para crianças com:

 

  • Disfunções Sensoriais;
  • Distúrbios neurológicos – Paralisia Cerebral, Síndromes;
  • Distúrbios comportamentais – Autismo, Psicoses Infantis, Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).


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Meu filho é muito desastrado!

 

Seu filho gosta de brincar com lego, brinquedos pequenos, porém sente dificuldades em executar as ações que requerem para estas atividades? Quebra com frequência seus brinquedos ao tentar montar ou até mesmo brincar? Não consegue mensurar a força e velocidade nas suas ações e movimentos, usando pouca ou muita força para realizar uma atividade?

A criança que tem planejamento motor pobre, que não organiza e nem consegue sequenciar as atividades de vida diária que deseja realizar, por exemplo: dar laço no tênis, usar garfo e faca, se vestir ou despir-se, pode ter uma disfunção na discriminação sensorial.  A criança com disfunção de discriminação sensorial tem tendência a não gostar de praticar esportes. Na escola tem dificuldades em organizar seu material, não escreve de forma legível e necessitam de ajuda nas atividades que exigem maior habilidade de coordenação motora fina. Em casa, o quarto vive desorganizado, e demora muito para realizar as atividades de vida diária, que por vezes é realizada por um adulto por falta de tempo.

Para uma criança com disfunção de discriminação sensorial, o ideal é procurar esportes menos competitivos; organizar e desenvolver atividades de leitura e desenho; elaborar rotina semanal e evitar críticas. Para compreender melhor o que é disfunção de discriminação sensorial e como se deve lidar procure um Terapeuta Ocupacional.


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