Posts

Introdução Alimentar

A sucção no seio materno é fundamental para o desenvolvimento e bom funcionamento
do sistema estomatognático, preparando ossos e músculos para a mastigação e fala.

Após seis meses de aleitamento materno exclusivo, inicia-se a introdução alimentar, um período de
grande aprendizagem para o bebê e também, bastante desafiador para quem está envolvido.
A maneira como conduzimos a mudança do aleitamento materno exclusivo para a
apresentação de alimentos com diferentes consistências, pode provocar boas atitudes ou não
em relação ao hábito e ao comportamento alimentar do bebê. Por isso, algumas dicas podem
auxiliar no sucesso durante a introdução alimentar.

• O bebê irá reduzindo as mamadas no seio materno gradualmente, por isso, continue oferecendo o seio, para que os sólidos o complementem, no lugar de substituí-lo. Além disso, não esqueça de oferecer água durante a comida

• O seu bebê está participando ativamente no momento da refeição? “Dar” comida é diferente de “oferecer”;

• Comer com o bebê e permiti-lo juntar-se à mesa familiar, é fundamental!

• O seu bebê está sentado e bem posturado enquanto experimenta a comida?

• A hora da alimentação deve ser uma experiência tranquila, agradável, divertida e sem estresse com sujeira, pois o bebê está aprendendo;

• Inicialmente, ofereça pedaços de comida fáceis de pegar (palitos grossos)

• Ofereça variedade de sabores e texturas ao longo da semana

• Não ofereça sólidos quando ele está com fome e PRECISA mamar

• Não coloque comida em sua boca, deixe que o bebê tenha a iniciativa A introdução alimentar não é fácil, pois ela não é pontual e sim, um processo! Para dúvidas, orientação ou avaliação, procure um fonoaudiólogo!

 

Conheça a Espaço Habilitar!

(21) 2523-0382 / (21) 98350-1761
contato@espacohabilitar.com.br
Rua Raul Pompéia, 12 – 4º andar – Copacabana

Lavagem de nariz com soro fisiológico

Estamos chegando na época do ano onde os casos de gripes e resfriados aumentam e chegam
acompanhadas daquele acumulo de secreção e coriza.

Existem muitas teorias em relação a lavagem do nariz, mas o que se sabe é que ela ajuda na
eliminação dos vírus e das impurezas que ficam acumulando durante o dia. É capaz evitar
complicações maiores que acontecem devido ao acumulo de secreção, como otites e
pneumonias.
Podemos utilizar 3,5 e 10 ml em cada narina por vez, não sendo o volume a questão mais
importante pois esse processo pode ser repedido por diversas vezes. A pressão exercida ne
seringa deve ser leve e continua evitando aquele jato forte e desagradável. O ideal é que a
criança seja posicionada sentada para minimizar o desconforto.
O soro fisiológico deve ser conservado na geladeira e tem validade média de 15 dias após a
abertura. Não existe nenhum problema na utilização no soro ainda gelada, porém pode ser
desconfortável, então pode-se reservar a quantidade para aquela lavagem em um potinho ou
já na seringa fora da geladeira até se adequar a temperatura ambiente. Existe a venda de
ampolas de soro individuas de 5 e 10 ml nas farmácias facilitando esse procedimento.
Não existe nenhuma relação comprovada entre a lavagem nasal com soro fisiológico e a
presença de otites. Sendo a otite uma complicação comum dos resfriados podendo então não
ter relação com soro.
Se mesmo com a limpeza e os cuidados médicos persistirem o acumulo de secreção procure
um fisioterapeuta respiratório que é profissional capacitado para utilizar técnicas que
favorecem a mobilização e expectoração dessa secreção, melhorando assim a função
respiratória e evitando possíveis complicações.

Conheça a Espaço Habilitar!

(21) 2523-0382 / (21) 98350-1761
contato@espacohabilitar.com.br
Rua Raul Pompéia, 12 – 4º andar – Copacabana

Alterações no desenvolvimento de linguagem no Transtorno do Espectro do Autista

A partir de maio/2013 o autismo passa a ser um Espectro (Transtorno do Espectro do Autista – TEA), que engloba uma ampla gama de níveis de funcionamento e transtornos que vão desde o autismo não-verbal (casos mais graves), até a Síndrome de Asperger, altamente verbal (casos mais leves). O TEA caracteriza-se pelos impedimentos graves e crônicos nas áreas de:

• Comunicação
• Interação social
• Comportamentos repetitivos com interesses restritos.

 

Como é muito importante o tratamento interdisciplinar o mais precoce possível, é essencial dar início as avaliações e terapias assim que houver suspeita de comportamentos atípicos na criança, mesmo que ainda não tenha sido claramente fechado o diagnóstico de TEA pelo médico e toda equipe interdisciplinar. Essa conduta, será primordial para minimizar os danos nas habilidades comportamentais, de comunicação e de socialização ocasionados pelo transtorno e um grande diferencial na qualidade de vida da criança.
A literatura aponta que a comunicação tem sido um dos elementos centrais dos quadros de TEA, principalmente no desenvolvimento de linguagem, onde alterações nos aspectos pragmáticos e paralinguísticos são esperadas, podendo ser precocemente observado no bebê pela AUSÊNCIA de:

• Contato ocular
• Jogos vocais e gestuais
• Balbucio
• Resposta aos sons
• Atenção quando é chamado pelo nome
A criança com TEA apresenta dificuldade em:

• Iniciar e manter diálogos
• Interpretar os sinais sutis da linguagem (quando o interlocutor irá finalizar uma frase, o uso de entonação da voz, prosódia, a percepção das expressões faciais que indicam sarcasmo, preocupação, ironia)
• Analisar e adequar a apresentação de uma mensagem em relação ao contexto, ao ambiente ou ao ouvinte. Além disso, essas crianças podem fazer uso de linguagem estereotipada e ecolálica, muitas vezes sem intenção comunicativa; apresentam comprometimento na compreensão da linguagem, podendo ser evidenciada por uma incapacidade de entender perguntas, piadas e metáforas, por exemplo; o componente sintático da linguagem frequentemente apresenta anormalidades na estrutura gramatical. Vale ressaltar que as habilidades comunicativas são de extrema importância para interação social e familiar e, portanto, na qualidade de vida da criança. Sendo assim, se confirma a importância da fonoaudiologia no tratamento interdisciplinar da criança com TEA.

Conheça a Espaço Habilitar!

(21) 2523-0382 / (21) 98350-1761
contato@espacohabilitar.com.br
Rua Raul Pompéia, 12 – 4º andar – Copacabana